domingo, 10 de setembro de 2017

Americana tem morte por febre maculosa

Publicado no Jornal "Correio Popular", de Campinas, no dia 31/08/17, na página A 8.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Má alimentação pode causar aids? (digitalizado)

Aids e alimentação
 (digitalização de um artigo publicado na página 5 (cinco) do Jornal da Associação Médica Brasileira, em fevereiro de l989, (repito: 1989). Autor Dr. Antonio Jofre de Vasconcelos, Campinas,(SP).

          Muitos aspectos da Aids ainda permanecem desconhecidos, e, para procurar medidas urgentes contra essa epidemia. somos obrigados a tentar analisar esta doença, ainda sem bases muito sólidas. A Aids costuma estar associada a emagrecimento e dificuldades de cicatrização, e isto nos leva a pensar na hipótese de que esta doença seria causada pelo vírus HIV somado a uma deficiência nutricional.

          Como a Aids parece estar se alastrando mais facilmente em cidades mais desenvolvidas, onde se consomem  alimentos mais industrializados, é possível que esta deficiência seja de algum  sal mineral, pois, como se sabe, o preparos de alimentos provoca a perda de certos sais, dissolvidos ou evaporados, no ato de lavar, cozinhar, assar, congelar, enlatar etc. Este fator nutricional explicaria o fato de atualmente existirem muitas pessoas portadoras do vírus e  relativamente poucos doentes de Aids, na Africa, onde se consomem alimentos menos industrializados. Explicaria também a possibilidade da existência do  vírus, na Africa, há muito tempo, sem  um número elevado de doentes.

          O aidético costuma ter depressão psíquica, e isto nos faz pensar nos sais de lítio, cuja falta no organismo, pode provocar depressão psíquica..O lítio é um oligoelemento, substância rara e essencial para a saúde humana. Entre todos os nutrientes, o lítio tem o menor número atômico (tres) e o menor peso atômico (sete.) e, por isso, pode se dissolver ou evaporar, com facilidade, perdendo-se dos alimentos.

          Quimicamente , o lítio apresenta grande semelhança com  o sódio e o potássio. e deve funcionar junto com estes elementos, na manutenção do equilíbrio osmótico e iônico, das membranas celulares.. Os três são metais alcalinos, que agem dentro dos seres vivos, como eletrólitos positivos monovalentes. A falta de um destes elementos poderia prejudicar este equilíbrio, diminuindo  a estabilidade e vitalidade das membranas citoplasmáticas, tornando-as mais permeáveis, e facilitando a penetração dos vírus da Aids no interior das células. Em problemas neurológicos, ao que parece, a ação terapêutica do lítio é devido à sua capacidade de tornar mais estáveis as membranas dos neurônios.

          Por outro lado, se houver  sempre uma quantidade correta de eletrólitos, a membrana permanecerá mais estável, mais resistente e impermeável, e irá dificultar a entrada dos vírus da Aids, que, permanecendo fora das células. acabará morrendo, com o passar do tempo. Assim, um fator fundamental na profilaxia e na terapêutica da Aids, seria uma alimentação rica em frutas, legumes e verduras cruas e o tratamento com carbonato de lítio (Carbolitium ou Carbolin) de pacientes que apresentarem dosagem de lítio, no plasma, menor que a normal.


Má alimentação pode causar aids?




quarta-feira, 19 de julho de 2017

LER (Lesões por Esforços Repetitivos)

LER (Lesões por Esforços Repetitivos)                           Antonio Jofre de Vasconcelos. CRM 17.070.
Médico do Trabalho, Rua Angatuba, 65, Campinas, SP, fone 32-51-90-62         (16ª versão)(19/07/17)


LER é um grupo de doenças que causam dores e diminuição da força dos ombros, cotovelos e mãos. São inflamações de alguns tendões ou nervos. Existem vários tipos de LER: tendinite, tendinopatia, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo etc. A LER também é chamada de DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho). A causa da LER é o excesso de trabalho.  É o trabalho repetitivo, em quantidade, peso ou velocidade excessiva. O  capitalismo desumano (ganancioso, desenfreado, selvagem e ateu)  geralmente,  é o causador da LER. È uma doença de empregados pobres, porque estes se esforçam mais no trabalho. Por ser causada pelo trabalho, a legislação considera a LER equivalente a um acidente do trabalho. Por isso, o doente com LER deve ser encaminhado ao INSS, com uma CAT (Comunicação de Acidente do Trabalho). Assim, o empregado com LER terá estabilidade no emprego, isto é, não poderá ser demitido sem justa causa. E também  terá direito a receber uma indenização, da empresa, por causa da LER. Atualmente, há uma epidemia de LER: 80% dos atendimentos dos serviços de saúde do trabalhador são de LER. A LER começa com uma dor bem fraquinha que vai aumentando muito lentamente. Por isso, o trabalhador demora  para  perceber que está doente.  O doente lesionado pela LER tem cura, se for tratado bem no início da doença. Depois de certo período de tempo (cerca de 3 meses), a LER se torna crônica (antiga), irreversível  e incurável.  Além disso, ela é progressiva: vai piorando, cada vez, mais.  A LER crônica causa um  certo  grau de deficiência física para alguns trabalhos e para alguns movimentos. Quando o trabalhador fica incurável, ele fica parcialmente aleijado,  para o resto da vida.  Ele não consegue mais trabalhar com rapidez. Ele precisa  mudar  para um posto de trabalho mais leve ou mudar de profissão. O doente com LER deve ser tratado com repouso (afastado do trabalho), medicamentos, fisioterapia, termoterapia , tipóia e tala. Ele deve receber o auxílio doença acidentário (B 91) e ficar “encostado” no INSS, durante certo tempo. Mais tarde, o médico pode pedir ao INSS que ele receba a RP (Reabilitação Profissional) que é um treinamento especial e mudança para um posto de trabalho mais leve. Em seguida, o trabalhador poderá receber o auxílio acidente, o B 94, que é um aumento de 50% no salário. Às vezes, ele pode até ser  aposentado, por invalidez. O doente de LER é um herói, porque ficou doente de tanto trabalhar. Deveria ser muito respeitado, mas, geralmente, ele é menosprezado pelos patrões e pelos médicos peritos do INSS, porque, algumas pessoas pensam que esta doença é fingimento. Em estágios avançados, a LER causa ruptura do tendão. Isto prova que a LER não é fingimento.  A LER é uma doença complexa, complicada e confusa. È um problema médico, trabalhista, econômico, social e político. Ela tem, ainda, alguns aspectos desconhecidos. Por isso, cada médico tem uma opinião diferente, sobre ela. As empresas devem prevenir as LER, evitando o excesso de trabalho e facilitando o acesso dos trabalhadores aos serviços médicos.


1---Saiba os direitos dos trabalhadores com LER. Leia artigos e cartilhas sobre a LER no blog:      http://antoniojofredevasconcelos.blogspot.com/
2---INSS, agência 1, agência central---Rua Barreto Leme, 1.117, atrás da Igreja do Carmo.
3---INSS, agência 2---região de Campos Elíseos e Ouro Verde---Rua Rui Rodriguez, 714.
4---INSS, agência 3---região do Campo Grande---Rua Álvaro  Silveira Leite, 25, Cidade Satélite Íris.
5---INSS, agência 4---Perícias--- Rua Regente Feijó, 1.266, centro.
6---Fone 135 do INSS--- Muito bom--- Informa --- Marca perícias.
7---Site do INSS :   www.previdenciasocial.gov.br           --informa--marca  perícias-- pede recursos.
8---CEREST- Centro de Referência em Saúde do Trabalhador. Avenida Faria Lima, 680, próximo ao                                                                                                            Hospital Mario Gatti---Muito bom---faz tratamentos e orientações.
9---Delegacia do Trabalho---Avenida Marechal Carmona, 686, Vila João Jorge.
10—ASTLEM—Associação dos Trabalhadores  Lesionados nas Empresas Metalúrgicas  de Campinas e Região--fone  (19)   9-83-00-00-48.  Rua Paula Bueno, 1.140.    Bairro Taquaral.                   (Fim)


                                                                          

sexta-feira, 23 de junho de 2017

LER (Lesões por Esforços Repetitivos).

LER (Lesões por Esforços Repetitivos)                           Antonio Jofre de Vasconcelos. CRM 17.070.
Médico do Trabalho, Rua Angatuba, 65, Campinas, SP, fone 32-51-90-62         (15ª versão)(23/06/17)


LER é um grupo de doenças que causam dores e diminuição da força dos ombros, cotovelos e mãos. São inflamações de alguns tendões ou nervos. Existem vários tipos de LER: tendinite, tendinopatia, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo etc. A LER também é chamada de DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho). A causa da LER é o excesso de trabalho.  É o trabalho repetitivo, em quantidade, peso ou velocidade excessiva. O  capitalismo desumano (ganancioso, desenfreado, selvagem e ateu) ,  geralmente,  é o causador da LER. È uma doença de empregados pobres, porque estes se esforçam mais no trabalho. Por ser causada pelo trabalho, a legislação considera a LER equivalente a um acidente do trabalho. Por isso, o doente com LER deve ser encaminhado ao INSS, com uma CAT (Comunicação de Acidente do Trabalho). Assim, o empregado com LER terá estabilidade no emprego, isto é, não poderá ser demitido sem justa causa. E também  terá direito a receber uma indenização, da empresa, por causa da LER. Atualmente, há uma epidemia de LER: 80% dos atendimentos dos serviços de saúde do trabalhador são de LER. A LER começa com uma dor bem fraquinha que vai aumentando muito lentamente. Por isso, o trabalhador demora  para  perceber que está doente.  O doente lesionado pela LER tem cura, se for tratado bem no início da doença. Depois de certo período de tempo (cerca de 3 meses), a LER se torna crônica (antiga), irreversível  e incurável.  Além disso, ela é progressiva: vai piorando, cada vez, mais.  A LER crônica causa um  certo  grau de deficiência física para alguns trabalhos e para alguns movimentos. Quando o trabalhador fica incurável, ele fica parcialmente aleijado,  para o resto da vida.  Ele não consegue mais trabalhar com rapidez. Ele precisa  mudar  para um posto de trabalho mais leve ou mudar de profissão. O doente com LER deve ser tratado com repouso (afastado do trabalho), medicamentos, fisioterapia, termoterapia , tipóia e tala. Ele deve receber o auxílio doença acidentário (B 91) e ficar “encostado” no INSS, durante certo tempo. Mais tarde, o médico pode pedir ao INSS que ele receba a RP (Reabilitação Profissional) que é um treinamento especial e mudança para um posto de trabalho mais leve. Em seguida, o trabalhador poderá receber o auxílio acidente, o B 94, que é um aumento de 50% no salário. Às vezes, ele pode até ser  aposentado, por invalidez. O doente de LER é um herói, porque ficou doente de tanto trabalhar. Deveria ser muito respeitado, mas, geralmente, ele é menosprezado pelos patrões e pelos médicos peritos do INSS, porque, algumas pessoas pensam que esta doença é fingimento. Em estágios avançados, a LER causa ruptura do tendão. Isto prova que a LER não é fingimento.  A LER é uma doença complexa, complicada e confusa. È um problema médico, trabalhista, econômico, social e político. Ela tem, ainda, alguns aspectos desconhecidos. Por isso, cada médico tem uma opinião diferente, sobre ela. As empresas devem prevenir as LER, evitando o excesso de trabalho e facilitando o acesso dos trabalhadores aos serviços médicos.



1---Saiba os direitos dos trabalhadores com LER. Leia artigos e cartilhas sobre a LER no blog:      http://antoniojofredevasconcelos.blogspot.com/
2---INSS, agência 1, agência central---Rua Barreto Leme, 1.117, atrás da Igreja do Carmo.
3---INSS, agência 2---região de Campos Elíseos e Ouro Verde---Rua Rui Rodriguez, 714.
4---INSS, agência 3---região do Campo Grande---Rua Álvaro  Silveira Leite, 25, Cidade Satélite Íris.
5---INSS, agência 4---Perícias--- Rua Regente Feijó, 1.266, centro.
6---Fone 135 do INSS--- Muito bom--- Informa --- Marca perícias.
7---Site do INSS :   www.previdenciasocial.gov.br           --informa--marca  perícias-- pede recursos.
8---CEREST- Centro de Referência em Saúde do Trabalhador. Avenida Faria Lima, 680, próximo ao                                                                                                            Hospital Mario Gatti---Muito bom---faz tratamentos e orientações.
9---Delegacia do Trabalho---Avenida Marechal Carmona, 686, Vila João Jorge.
10—ASTLEM—Associação dos Trabalhadores  Lesionados nas Empresas Metalúrgicas  de Campinas e Região--fone  (19)   9-83-00-00-48.  Rua Paula Bueno, 1.140.    Bairro Taquaral.                   (Fim)


                                                                          

quinta-feira, 15 de junho de 2017

LER (Lesões por Esforços Repetitivos)


 LER (Lesões por Esforços Repetitivos)                             Antonio Jofre de Vasconcelos. CRM 17.070.
 Médico do Trabalho, Rua Angatuba, 65, Campinas, SP, fone 32-51-90-62         (14ª versão)(13/06/17)


LER é um grupo de doenças que causam dores e diminuição da força dos ombros, cotovelos e mãos. São inflamações de alguns tendões ou nervos. Existem vários tipos de LER: tendinite, tendinopatia, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo etc. A LER também é chamada de DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho). A causa da LER é o excesso de trabalho.  É o trabalho repetitivo, em quantidade, peso ou velocidade excessiva. O  capitalismo selvagem, desenfreado, ganancioso, desumano, anticristão, maléfico  e ateu,  geralmente,  é o causador da LER. È uma doença de empregados pobres, porque estes se esforçam mais no trabalho. Por ser causada pelo trabalho, a legislação considera a LER equivalente a um acidente do trabalho. Por isso, o doente com LER deve ser encaminhado ao INSS, com uma CAT (Comunicação de Acidente do Trabalho). Assim, o empregado com LER terá estabilidade no emprego, isto é, não poderá ser demitido sem justa causa. E também  terá direito a receber uma indenização, da empresa, por causa da LER. Atualmente, há uma epidemia de LER: 80% dos atendimentos dos serviços de saúde do trabalhador são de LER. A LER começa com uma dor bem fraquinha que vai aumentando muito lentamente. Por isso, o trabalhador demora  para  perceber que está doente.  O doente lesionado pela LER tem cura, se for tratado bem no início da doença. Depois de certo período de tempo (cerca de 3 meses), a LER se torna crônica (antiga), irreversível  e incurável.  Além disso, ela é progressiva: vai piorando, cada vez, mais.  A LER crônica causa um  certo  grau de deficiência física para alguns trabalhos e para alguns movimentos. Quando o trabalhador fica incurável, ele fica parcialmente aleijado,  para o resto da vida.  Ele não consegue mais trabalhar com rapidez. Ele precisa  mudar  para um posto de trabalho mais leve ou mudar de profissão. O doente com LER deve ser tratado com repouso (afastado do trabalho), medicamentos, fisioterapia, termoterapia , tipóia e tala. Ele deve receber o auxílio doença acidentário (B 91) e ficar “encostado” no INSS, durante certo tempo. Mais tarde, o médico pode pedir ao INSS que ele receba a RP (Reabilitação Profissional) que é um treinamento especial e mudança para um posto de trabalho mais leve. Em seguida, o trabalhador poderá receber o auxílio acidente, o B 94, que é um aumento de 50% no salário. Às vezes, ele pode até ser  aposentado, por invalidez. O doente de LER é um herói, porque ficou doente de tanto trabalhar. Deveria ser muito respeitado, mas, geralmente, ele é menosprezado pelos patrões e pelos médicos peritos do INSS, porque, algumas pessoas pensam que esta doença é fingimento. Em estágios avançados, a LER causa ruptura do tendão. Isto prova que a LER não é fingimento.  A LER é uma doença complexa, complicada e confusa. È um problema médico, trabalhista, econômico, social e político. Ela tem, ainda, alguns aspectos desconhecidos. Por isso, cada médico tem uma opinião diferente, sobre ela. As empresas devem prevenir as LER, evitando o excesso de trabalho e facilitando o acesso dos trabalhadores aos serviços médicos.

1---Saiba os direitos dos trabalhadores com LER. Leia artigos e cartilhas sobre a LER no blog:      http://antoniojofredevasconcelos.blogspot.com/
2---INSS, agência 1, agência central---Rua Barreto Leme, 1.117, atrás da Igreja do Carmo.
3---INSS, agência 2---região de Campos Elíseos e Ouro Verde---Rua Rui Rodriguez, 714.
4---INSS, agência 3---região do Campo Grande---Rua Álvaro  Silveira Leite, 25, Cidade Satélite Íris.
5---INSS, agência 4---Perícias--- Rua Regente Feijó, 1.266, centro.
6---Fone 135 do INSS--- Muito bom--- Informa --- Marca perícias.
7---Site do INSS :   www.previdenciasocial.gov.br           --informa--marca  perícias-- pede recursos.
8---CEREST- Centro de Referência em Saúde do Trabalhador. Avenida Faria Lima, 680, próximo ao                                                                                                            Hospital Mario Gatti---Muito bom---faz tratamentos e orientações.
9---Delegacia do Trabalho---Avenida Marechal Carmona, 686, Vila João Jorge.              
10—ASTLEM—Associação dos Trabalhadores  Lesionados nas Empresas Metalúrgicas  de Campinas e Região--fone  (19)   9-83-00-00-48.  Rua Paula Bueno, 1.140.    Bairro Taquaral.                   (Fim)
                

                                                                          

sábado, 6 de maio de 2017

LER (Lesões por Esforços Repetitivos)


 LER (Lesões por Esforços Repetitivos)                             Antonio Jofre de Vasconcelos. CRM 17.070.
 Médico do Trabalho, Rua Angatuba, 65, Campinas, SP, fone 32-51-90-62          (13ª versão, 06/05/17)


LER é um grupo de doenças que causam dores e diminuição da força dos ombros, cotovelos e mãos. São inflamações de alguns tendões ou nervos. Existem vários tipos de LER: tendinite, tendinopatia, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo etc. A LER também é chamada de DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho). A causa da LER é o excesso de trabalho.  É o trabalho repetitivo, em quantidade, peso ou velocidade excessiva. O  capitalismo selvagem, desenfreado, ganancioso, desumano  e ateu, geralmente, é o causador da LER. È uma doença de empregados pobres, porque estes se esforçam mais no trabalho. Por ser causada pelo trabalho, a legislação considera a LER equivalente a um acidente do trabalho. Por isso, o doente com LER deve ser encaminhado ao INSS, com uma CAT (Comunicação de Acidente do Trabalho). Assim, o empregado com LER terá estabilidade no emprego, isto é, não poderá ser demitido sem justa causa. E também  terá direito a receber uma indenização, da empresa, por causa da LER. Atualmente, há uma epidemia de LER: 80% dos atendimentos dos serviços de saúde do trabalhador são de LER. A LER começa com uma dor bem fraquinha que vai aumentando muito lentamente. Por isso, o trabalhador demora  para  perceber que está doente.  O doente lesionado pela LER tem cura, se for tratado bem no início da doença. Depois de certo período de tempo (cerca de 3 meses), a LER se torna crônica (antiga), irreversível  e incurável.  Além disso, ela é progressiva: vai piorando, cada vez, mais.  A LER crônica causa um  certo  grau de deficiência física para alguns trabalhos e para alguns movimentos. Quando o trabalhador fica incurável, ele fica parcialmente aleijado,  para o resto da vida.  Ele não consegue mais trabalhar com rapidez. Ele precisa  mudar  para um posto de trabalho mais leve ou mudar de profissão. O doente com LER deve ser tratado com repouso (afastado do trabalho), medicamentos, fisioterapia, termoterapia , tipóia e tala. Ele deve receber o auxílio doença acidentário (B 91) e ficar “encostado” no INSS, durante certo tempo. Mais tarde, o médico pode pedir ao INSS que ele receba a RP (Reabilitação Profissional) que é um treinamento especial e mudança para um posto de trabalho mais leve. Em seguida, o trabalhador poderá receber o auxílio acidente, o B 94, que é um aumento de 50% no salário. Às vezes, ele pode até ser  aposentado, por invalidez. O doente de LER é um herói, porque ficou doente de tanto trabalhar. Deveria ser muito respeitado, mas, geralmente, ele é menosprezado pelos patrões e pelos médicos peritos do INSS, porque, algumas pessoas pensam que esta doença é fingimento. Em estágios avançados, a LER causa ruptura do tendão. Isto prova que a LER não é fingimento.  A LER é uma doença complexa, complicada e confusa. È um problema médico, trabalhista, econômico, social e político. Ela tem, ainda, alguns aspectos desconhecidos. Por isso, cada médico tem uma opinião diferente, sobre ela. As empresas devem prevenir as LER, evitando o excesso de trabalho e facilitando o acesso dos trabalhadores aos serviços médicos.

1---Saiba os direitos dos trabalhadores com LER. Leia artigos e cartilhas sobre a LER no blog:      http://antoniojofredevasconcelos.blogspot.com/
2---INSS, agência 1, agência central---Rua Barreto Leme, 1.117, atrás da Igreja do Carmo.
3---INSS, agência 2---região de Campos Elíseos e Ouro Verde---Rua Rui Rodriguez, 714.
4---INSS, agência 3---região do Campo Grande---Rua Álvaro  Silveira Leite, 25, Cidade Satélite Íris.
5---INSS, agência 4---Perícias--- Rua Regente Feijó, 1.266, centro.
6---Fone 135 do INSS--- Muito bom--- Informa --- Marca perícias.
7---Site do INSS :   www.previdenciasocial.gov.br           --informa--marca  perícias-- pede recursos.
8---CEREST- Centro de Referência em Saúde do Trabalhador. Avenida Faria Lima, 680, próximo ao                                                                                                            Hospital Mario Gatti---Muito bom---faz tratamentos e orientações.
9---Delegacia do Trabalho---Avenida Marechal Carmona, 686, Vila João Jorge.               
10—ASTLEM—Associação dos Trabalhadores  Lesionados nas Empresas Metalúrgicas  de Campinas e Região—fone  (19)   9-83-00-00-48.                                                                            (Fim)                 

                                                                          

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