sábado, 30 de maio de 2015

Donas de casa também têm direito à aposentadoria

Matéria publicada pelo jornal "
Correio Popular", de Campinas, no dia 27/04/15, na página A12.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Médicos peritos do INSS são muito exigentes





LER  (Lesões por Esforços Repetitivos)            Antonio Jofre de Vasconcelos. CRM 17.070. Médico do Trabalho. Rua Angatuba, 65, Campinas, SP, fone 32-51-90-62                (oitava versão, 23/05/15)



LER é um grupo de doenças que causam dores e diminuição da força nos ombros, cotovelos e mãos. São inflamações de alguns tendões ou nervos. Existem vários tipos de LER: tendinite, tendinopatia, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo etc. A LER também é chamada de DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho). A causa da LER é o excesso de trabalho.  É o trabalho repetitivo, em quantidade, peso  ou velocidade excessiva. Geralmente,  patrões gananciosos são os causadores da LER. È uma doença de empregados pobres, porque estes se esforçam  mais no trabalho. Por ser causada pelo trabalho, a legislação considera a LER equivalente ao acidente do trabalho. Por isso, o doente com LER deve ser encaminhado ao INSS, com uma CAT, (Comunicação de Acidente do Trabalho). Atualmente, há uma epidemia de LER: 80% dos atendimentos dos serviços de saúde do trabalhador são de LER. A LER começa com uma dor bem fraquinha que vai aumentando muito lentamente. Por isso, o trabalhador demora  para  perceber que está doente.  A LER tem cura, se for tratada bem no início. Depois de certo período de tempo (cerca de 3 meses), ela se torna crônica, irreversível  e incurável.  Além disso, ela é progressiva: vai piorando, cada vez, mais.  A LER causa  um  certo grau de deficiência física para alguns trabalhos e para alguns movimentos. O trabalhador  fica lesionado ( aleijado). Ele não consegue mais trabalhar com rapidez. Ele precisa ser transferido para um posto de trabalho mais leve (reabilitação profissional), ou mudar de profissão. O doente com LER deve ser tratado com  afastamento do trabalho, medicamentos, fisioterapia, termoterapia , tipóia e tala. Ele deve receber o auxílio doença acidentário (B 91) e ficar “encostado” no INSS, durante certo tempo. Alguns casos recebem aposentadoria por invalidez. O doente de LER é um herói, porque ficou doente de tanto trabalhar. Deveria ser muito respeitado, mas, geralmente, ele é menosprezado pelos patrões e pelos médicos peritos do INSS, porque, algumas pessoas  pensam que esta doença é fingimento. Em estágios avançados, a LER causa ruptura do tendão. Isto prova que a LER não é fingimento. A LER é uma doença complexa, complicada e confusa. È um problema médico, trabalhista, econômico, social e político. Ela tem, ainda, alguns aspectos desconhecidos. Por isso, cada médico tem uma opinião diferente, sobre ela. As empresas devem prevenir as LER, evitando o excesso de trabalho e facilitando o acesso dos trabalhadores aos serviços médicos.





1---Leia artigos e cartilhas sobre a LER no blog:      http://antoniojofredevasconcelos.blogspot.com/
2---INSS, agência 1, agência central---Rua Barreto Leme, 1.117, atrás da Igreja do Carmo.
3---INSS,  agência 2---região de Campos Elíseos e Ouro Verde---Rua Rui Rodriguez, 714.
4---INSS, agência 3---região do Campo Grande---Rua Álvaro  Silveira Leite, 25, Cidade Satélite Íris.
5---INSS, agência 4---Perícias--- Rua Regente Feijó, 1.266, centro.
6---Fone 135 do INSS--- Muito bom--- Informa --- Marca perícias.
7---Site do INSS :   www.previdenciasocial.gov.br           --informa--marca  perícias-- pede recursos.
8---CEREST- Centro de Referência  em Saúde do Trabalhador. Avenida Faria Lima, 680, próximo ao                                                                                                            Hospital Mario Gatti---Muito bom---faz tratamentos e orientações.
9---Delegacia do Trabalho---Avenida Marechal Carmona, 686, Vila João Jorge.

10---Associação dos Lesionados pela LER/DORT--- Sr. Samuel--- fone  88-25-10-20.

Médicos peritos do INSS são muito exigentes





LER  (Lesões por Esforços Repetitivos)            Antonio Jofre de Vasconcelos. CRM 17.070. Médico do Trabalho. Rua Angatuba, 65, Campinas, SP, fone 32-51-90-62                (oitava versão, 23/05/15)



LER é um grupo de doenças que causam dores e diminuição da força nos ombros, cotovelos e mãos. São inflamações de alguns tendões ou nervos. Existem vários tipos de LER: tendinite, tendinopatia, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo etc. A LER também é chamada de DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho). A causa da LER é o excesso de trabalho.  É o trabalho repetitivo, em quantidade, peso  ou velocidade excessiva. Geralmente,  patrões gananciosos são os causadores da LER. È uma doença de empregados pobres, porque estes se esforçam  mais no trabalho. Por ser causada pelo trabalho, a legislação considera a LER equivalente ao acidente do trabalho. Por isso, o doente com LER deve ser encaminhado ao INSS, com uma CAT, (Comunicação de Acidente do Trabalho). Atualmente, há uma epidemia de LER: 80% dos atendimentos dos serviços de saúde do trabalhador são de LER. A LER começa com uma dor bem fraquinha que vai aumentando muito lentamente. Por isso, o trabalhador demora  para  perceber que está doente.  A LER tem cura, se for tratada bem no início. Depois de certo período de tempo (cerca de 3 meses), ela se torna crônica, irreversível  e incurável.  Além disso, ela é progressiva: vai piorando, cada vez, mais.  A LER causa  um  certo grau de deficiência física para alguns trabalhos e para alguns movimentos. O trabalhador  fica lesionado ( aleijado). Ele não consegue mais trabalhar com rapidez. Ele precisa ser transferido para um posto de trabalho mais leve (reabilitação profissional), ou mudar de profissão. O doente com LER deve ser tratado com  afastamento do trabalho, medicamentos, fisioterapia, termoterapia , tipóia e tala. Ele deve receber o auxílio doença acidentário (B 91) e ficar “encostado” no INSS, durante certo tempo. Alguns casos recebem aposentadoria por invalidez. O doente de LER é um herói, porque ficou doente de tanto trabalhar. Deveria ser muito respeitado, mas, geralmente, ele é menosprezado pelos patrões e pelos médicos peritos do INSS, porque, algumas pessoas  pensam que esta doença é fingimento. Em estágios avançados, a LER causa ruptura do tendão. Isto prova que a LER não é fingimento. A LER é uma doença complexa, complicada e confusa. È um problema médico, trabalhista, econômico, social e político. Ela tem, ainda, alguns aspectos desconhecidos. Por isso, cada médico tem uma opinião diferente, sobre ela. As empresas devem prevenir as LER, evitando o excesso de trabalho e facilitando o acesso dos trabalhadores aos serviços médicos.





1---Leia artigos e cartilhas sobre a LER no blog:      http://antoniojofredevasconcelos.blogspot.com/
2---INSS, agência 1, agência central---Rua Barreto Leme, 1.117, atrás da Igreja do Carmo.
3---INSS,  agência 2---região de Campos Elíseos e Ouro Verde---Rua Rui Rodriguez, 714.
4---INSS, agência 3---região do Campo Grande---Rua Álvaro  Silveira Leite, 25, Cidade Satélite Íris.
5---INSS, agência 4---Perícias--- Rua Regente Feijó, 1.266, centro.
6---Fone 135 do INSS--- Muito bom--- Informa --- Marca perícias.
7---Site do INSS :   www.previdenciasocial.gov.br           --informa--marca  perícias-- pede recursos.
8---CEREST- Centro de Referência  em Saúde do Trabalhador. Avenida Faria Lima, 680, próximo ao                                                                                                            Hospital Mario Gatti---Muito bom---faz tratamentos e orientações.
9---Delegacia do Trabalho---Avenida Marechal Carmona, 686, Vila João Jorge.

10---Associação dos Lesionados pela LER/DORT--- Sr. Samuel--- fone  88-25-10-20.

Médicos peritos do INSS são muito exigentes


sábado, 23 de maio de 2015

LER ( Lesões por Esforços Repetitivos )





LER  (Lesões por Esforços Repetitivos)            Antonio Jofre de Vasconcelos. CRM 17.070. Médico do Trabalho. Rua Angatuba, 65, Campinas, SP, fone 32-51-90-62                (sétima versão, 09/05/15)



LER é um grupo de doenças que causam dores e diminuição da força nos ombros, cotovelos e mãos. São inflamações de alguns tendões ou nervos. Existem vários tipos de LER: tendinite, tendinopatia, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo etc. A LER também é chamada de DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho). A causa da LER é o excesso de trabalho.  É o trabalho repetitivo, em quantidade, peso  ou velocidade excessiva. Geralmente,  patrões gananciosos são os causadores da LER. È uma doença de empregados pobres, porque estes se esforçam  mais no trabalho. Por ser causada pelo trabalho, a legislação considera a LER equivalente ao acidente do trabalho. Por isso, o doente com LER deve ser encaminhado ao INSS, com uma CAT, (Comunicação de Acidente do Trabalho). Atualmente, há uma epidemia de LER: 80% dos atendimentos dos serviços de saúde do trabalhador são de LER. A LER começa bem devagarinho  e vai aumentando muito lentamente. Por isso, o trabalhador demora  para  perceber que está doente.  A LER tem cura, se for tratada bem no início. Depois de certo período de tempo (cerca de 3 meses), ela se torna crônica, irreversível  e incurável.  Além disso, ela é progressiva: vai piorando, cada vez, mais.  A LER causa  um  certo grau de deficiência física para alguns trabalhos e para alguns movimentos. O trabalhador  fica lesionado (parcialmente aleijado). Ele não consegue mais trabalhar com rapidez. Ele precisa ser transferido para um posto de trabalho mais leve (reabilitação profissional), ou mudar de profissão. O doente com LER deve ser tratado com  afastamento do trabalho, medicamentos, fisioterapia, termoterapia , tipóia e tala. Ele deve receber o auxílio doença acidentário (B 91) e ficar “encostado” no INSS, durante certo tempo. Alguns casos recebem aposentadoria por invalidez. O doente de LER é um herói, porque ficou doente de tanto trabalhar. Deveria ser muito respeitado, mas, geralmente, ele é menosprezado pelos patrões e pelos médicos peritos do INSS, porque, algumas pessoas  pensam que esta doença é fingimento. A LER é uma doença complexa, complicada e confusa. È um problema médico, trabalhista, econômico, social e político. Ela tem, ainda, alguns aspectos desconhecidos. Por isso, cada médico tem uma opinião diferente, sobre ela. As empresas devem prevenir as LER, evitando o excesso de trabalho e facilitando o acesso dos trabalhadores aos serviços médicos.





1---Leia artigos e cartilhas sobre a LER no blog:      http://antoniojofredevasconcelos.blogspot.com/
2---INSS, agência 1, agência central---Rua Barreto Leme, 1.117, atrás da Igreja do Carmo.
3---INSS,  agência 2---região de Campos Elíseos e Ouro Verde---Rua Rui Rodriguez, 714.
4---INSS, agência 3---região do Campo Grande---Rua Álvaro  Silveira Leite, 25, Cidade Satélite Íris.
5---INSS, agência 4---Perícias--- Rua Regente Feijó, 1.266, centro.
6---Fone 135 do INSS--- Muito bom--- Informa --- Marca perícias.
7---Site do INSS :   www.previdenciasocial.gov.br           --informa--marca  perícias-- pede recursos.
8---CEREST- Centro de Referência  em Saúde do Trabalhador. Avenida Faria Lima, 680, próximo ao                                                                                                            Hospital Mario Gatti---Muito bom---faz tratamentos e orientações.
9---Delegacia do Trabalho---Avenida Marechal Carmona, 686, Vila João Jorge.

10---Associação dos Lesionados pela LER/DORT--- Sr. Samuel--- fone  88-25-10-20.

terça-feira, 21 de abril de 2015

O MÉDICO DO INFERNO

(Poesia com versos brancos)



Quando morrer, eu não quero ir para o céu.
Lá, deve ser muito chato. Anjinhos e mais
Anjinhos, tocando harpas e louvando a Deus.
Eternamente, sem mais nada para fazer.


Quero ir para o inferno. Lá, terei movimento.
Vou trabalhar. Assim que chegar, eu vou
Montar uma clínica de queimados. Vou passar
Pomadas e fazer curativos em todas as queimaduras.


Vou trabalhar para amenizar as dores e aliviar o
Sofrimento. O Diabo não vai gostar, é claro. Ele
Vai me dar uma surra, todos os dias. Eu não vou
Estranhar nem me importar muito. Já estou


Acostumado a apanhar dele. Vejo-o, sempre, por trás das
Doenças incuráveis, da fome, da pobreza e das injustiças.
Vou continuar, sempre, ajudando as almas que estão
Sofrendo. E, assim, eu quero ser médico,eternamente.

                                      Antonio Jofre de Vasconcelos

UMA LENDA VIVA

                    Edwald Merlin Keppke nasceu em Curitiba, em 1931, de família de origem suíça. Estudou na Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, em Belo Horizonte, onde, em 1954, foi Presidente do Diretório Acadêmico Lucas Machado. Fez residência em cirurgia geral e também em cirurgia plástica no Hospital de Clínicas da Universidade de São Paulo. Passou por vários estágios no Brasil e no exterior. Fixou-se em Campinas, em 1961. Colaborou na fundação da Unicamp, onde foi professor, até 1977. Ocupou diversos cargos de diretoria na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e também em vários congressos da especialidade. Publicou incontáveis trabalhos científicos. Como bom médico, ótimo cirurgião e excelente pessoa, o Dr. Merlin se tornou, graças ao exercício da Cirurgia Plástica, em sua clínica particular, um empresário bem sucedido, uma celebridade internacional, uma lenda viva.

                    Ao mesmo tempo, ele colaborou com a comunidade, principalmente através do trabalho em benefício das associações médicas de Campinas: o Sindicato dos Médicos de Campinas e Região,(SMCR), e a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas, (SMCC). Em 1971, o Dr. Celso Queiroz Guimarães, Presidente do SMCR, liderou uma greve de médicos em Campinas e foi preso e cassado. Aliás, ele foi o primeiro líder sindical do Brasil, que foi cassado pelo Governo Militar. O sindicato dos médicos foi fechado. Em 1972, o Dr. Benedicto da Costa Lima, presidente da SMCC, procurou o Dr. Merlin e pediu que ele reabrisse o sindicato, porque ele era o único que poderia fazê-lo, já que não dependia de emprego em institutos do governo (INPS). O Dr. Merlin não se esquivou da convocação e tornou-se presidente.  Encontrou o sindicato com apenas 50 sócios. Contratou 2 advogados trabalhistas, o deputado Francisco Amaral e o Dr. Geraldo Bassoli. Juntos, eles realizaram inúmeras palestras aos médicos de Campinas e de outras cidades, explicando os direitos trabalhistas dos médicos. Foi um sucesso. Até o fim de sua gestão, o sindicato cresceu 1.800 % e tinha 900 associados.

                    Em 1979, o Dr. Merlin era Presidente da SMCC e eu fazia parte da diretoria, dirigindo a imprensa. Foi então que surgiu a Sede de Campo da SMCC, resultado de um empreendimento inacreditável. O Dr. Braz Soares Filho, um inteligente corretor de imóveis, ofereceu a promoção à SMCC, através do Dr. Merlin. Uma fazenda próxima à Campinas seria dividida em uma centena da chácaras. A SMCC daria o seu nome ao empreendimento e incentivaria seus sócios a comprarem as chácaras. Se desse certo, a SMCC receberia, gratuitamente, a sede da fazenda, uma cinematográfica mansão, com piscinas, campo de futebol, quadras de esportes  etc. Mas havia um prazo fatal de apenas 30 dias, depois do qual, o empreendimento se tornaria inviável. Por falta de tempo, era muito difícil, quase impossível, dar certo. O dr. Merlin atirou-se ao trabalho. Empenhou toda a sua dedicação e todo o seu prestígio pessoal na empreitada.. Comprou a primeira chácara, para dar o exemplo. Conversou, telefonou e visitou seus amigos, convencendo-os a comprarem também. Além disso, cada um que comprasse teria que arrumar outro comprador. Era uma "corrente de vendas". Havia também uma excelente equipe de corretores de imóveis, trabalhando. Os outros membros da diretoria da SMCC também ajudaram, mas, sem dúvida, 100% do mérito coube ao Dr. Merlin.

                    Não foi o prestígio da SMCC e sim o prestígio pessoal do Dr. Merlin, que viabilizou o empreendimento. Foi um milagre. Em 15 dias todas as chácaras já estavam vendidas e a SMCC recebeu o sonhado imóvel. Foi uma realização verdadeiramente homérica. Inacreditável. A Sede de Campo da SMCC, hoje chamada de "Clube dos Médicos", foi um presente de Papai Noel que o Dr Merlin deu aos médicos de Campinas. O Dr. Rui Ferreira Pires, em seu livro "História da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas", escreveu que "o Merlin conseguiu para nós o negócio do século. A sede da fazenda era uma ilha da fantasia. E, como num passe de mágica, acontecia o mais vantajoso negócio de que se tem notícia: a Sociedade ganhou, de presente, um imóvel de grande valor (só vendo, para crer) que, hoje, é sua Sede de Campo."

                    A Sede de Campo da SMCC, no sentido político, poderia até ser considerada um empreendimento socialista ( ou comunista ?) onde vários médicos mais ricos compraram as chácaras e beneficiaram  outros médicos, menos ricos, que ganharam, gratuitamente, um clube de campo. Por outro lado, se fôssemos considerar que as idéias de Jesus Cristo, podem se resumir em "ajudar o próximo", poderíamos  concluir que, o que Cristo pregava, o Dr. Merlin praticou, transformando em resultados concretos a idéia de ajudar o próximo. Hoje a Sede de Campo da SMCC beneficia milhares de médicos e familiares de médicos em Campinas.

                    É a melhor sede de campo de associações médicas do Brasil.

                    Antonio Jofre de Vasconcelos
                    Ex-diretor da SMCC

P.S. Este artigo foi redigido e postado no dia 04/11/09. Devido a algum erro, não entrou na internet. O Dr. Merlin faleceu no dia 28/09/14. Publico a redação, agora, em 2015, mantendo o mesmo título, porque, para mim, o Dr. Merlin é eterno.

Seguidores